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Desire











Banda :Desire-livin' in Sin (2012)
Gênero :Hard Rock
Origem : Salvador/Ba



Line-up:


Marcos Arcuri - Vocal
Fabio Maka - Guitars and Eletric Guitar
Thiago Baumgarten - Bass
Davi Brito - Drums


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Blessed in Fire






Biografia:

No ido ano de 1998 pela união dos membros Sidinei Falcão (guitars), Sandro Magalhães (guitars & vocals), Donskton (drums) - integrantes da Arkhôn Tôn Daimoniôn - , Taumaturgie Pontifex Maximus (bass) e Magister Lhorde Haadaas Naberius (vocals) - integrantes da Eternal Sacrifice - formou-se a Blessed in Fire, assim nomeada para traduzir uma proposta de som intitulado "Mystic Black Metal" e que tivesse como tema em suas letras a sabedoria oculta, de forma consciente, mágica e essencial, 
livre de dogmas que se separam no abismo do bem e o mal. "Abençoados no fogo" é uma prerrogativa à "total liberdade de consciência", com o objetivo de firmar cada vez mais o Metal Underground.
Neste mesmo ano, "The Great Ascension" é gravada, uma demo ensaio que projeta a banda perante o cenário nacional.
Dois anos depois, Yves Albert assume a bateria, lançando então "The Guardians of Occult Wisdom", sua primeira demo tape, a qual foi recebida com uma ótima repercussão.
Tempos depois, a Blessed in Fire sofre algumas mudanças, nas quais entram
André Nascimento (drums), Edmar Oliveira (vocals) e Marco Brandão (bass) - integrantes da Gravelord.
Com esta formação, a banda apresenta também mudanças em sua sonoridade: a influência de Heavy Metal, que já era explícita, tornou-se dominante, passando agora a se denominar-se "Mystic Power Metal", onde imperam agressividade, melodias clássicas e vocais Ultra-Heavy Metal, com coros épicos e letras marcadas por ocultismo e paganismo.
Em 2003, às vésperas do lançamento do Promo CD "The Essensse of Magic", Sandro "Beyrevra Old" se desliga da Blessed in Fire. Em 2007 Marco Brandão retira-se da banda entrando Dildo Dragoheart que permanece na banda até fins de 2008, nesse mesmo ano sai André Nascimento. Em 2009 entra Leonardo J.C, Baixista da banda Black Beer e Luã Farias (Mother Fucker) e sai Edmar Oliveira. Em 2011 entra Merlim Thy Vamp ( ex- Slow, Portal). Pouco tempo depois sai Luã Farias e entra Luciano Crux ( ex Hellforged).
Desta maneira, a Blessed in Fire mantém a sua proposta inicial que é fazer o mais puro e genuíno Metal, excluindo modismos e falsas ideologias



Banda: Blessed in Fire
Gênero: Heavy Metal
Origem: Salvador\Bahia


Discografia:
The Guardians of the Ocult Wisdom (2000)Demo
The Essence of Magic (2003)Promo
Tributo ao Rotting Christ (2004)
Luciferian Inspiration (2008)Promo
Satan's Prediction (2011)


Line-up:

Merlim Thy Vamp (vocal)
Sidinei Falcão (guitarra)
Silvio Libírio (guitarra)
Leonardo Reis (baixo)
Luciano Crux (bateria)







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Os Ottos





Descrição

Nascida do gozo da lebre mais suja da cidade, e dos músicos mais esquecidos da sociedade, os Ottos trazem um som repleto de bagunça cerveja e cotidiano, sem nenhum tipo de rótulo. Essa mistura gera um ruido conhecido como música, meio agressivo e ao mesmo tempo tedioso, feito para agradar ouvidos surdos, e passar a sensação Otto de viver a vida.

Os Ottos
Punk Rock
Salvador-Ba

Line-up:


Mateus Prates (Tchola) - Voz/Guitarra
Giovanni Damico - Guitarra
Rauan Fernandes - Baixo
Gabriel Burgos - Bateria


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StereoWatts







Duo de electro-rock!

Biografia:
Duo de electro-rock!

Uma amizade enlaçada pela música e a vontade de explorar novos caminhos... Dois músicos, veteranos do rock baiano, resolvem brincar nos finais de semana com seus instrumentos – guitarra e bateria – e acabam construindo uma sonoridade “diferentemente massa”, com bases, batidas e levadas eletrônicas. Eis que surge o duo Stereowatts. 

Formado por Dimmy "o Demolidor" Drummer (Vendo 147 e Bestiário) e Rodrigo "Belvis" Seixas (Ex- Movidos à Álcool), o dueto nasce com o propósito de criar composições de eletrorock. A ideia é fazer um mix de música eletrônica, rock e música brasileira, sem ter a necessidade, nem a obrigação de seguir uma regra. A dupla carrega em sua bagagem diversas influências, destacando-se para este projeto artistas como Nine Inch Nails, Prodgy, Chemical Brothers, Astronautas, Tom Zé, entre outros.

A brincadeira ficou séria e os rapazes lançaram um EP virtual (com quatro músicas) que ganhará versão física em agosto. O EP recebe a chancela de dois dos principais selos baianos: o Big Bross Records e o Brechó Records. 


Melhor do que ler a respeito é ouvir. Ouça/baixe aqui:https://soundcloud.com/stereowatts


Line-up:

Dimmy "o Demolidor" Drummer
e Rodrigo "Belvis" Seixas





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Teatro de Seraphin







Banda autoral formada por veteranos da cena rocker de Salvador (BA), conhecida como uma das mais maduras e de personalidade mais forte da atualidade.

Biografia:

No verão de 2004, o primeiro Teatro de Sombras Chinesas montado em Paris, no final do século XIX, por um cara chamado Dominique Séraphin, inspirou veteranos da cena rocker de Salvador a formar uma das bandas mais maduras e de personalidade mais forte da atualidade. Nesta década ininterrupta de trabalho, arrebataram para sempre os corações dos fãs com uma música densa, lenta, agressiva, rouca, triste, profunda e, principalmente, sincera.

Atualmente, a banda está realizando uma série de shows acústicos no extinto e lendário Café Calypso só para convidados com o objetivo de angariar fundos para gravar um CD comemorativo, que deverá manter ou superar a excelente qualidade discos anteriores: o EP `Tristes Trópicos´, lançado em 2007, e os álbuns `Quando as catedrais eram brancas´, de 2009, e `No fim de maio´, considerado pela crítica especializada como um dos melhores CDs de rock brasileiro de 2012. 

A Theatro de Séraphin é formada por Artur Ribeiro (voz, guitarra base / ex-Treblinka e Cravo Negro), Marcos Rodrigues (baixo / ex-Via Sacra), Candido Soto (guitarra solo / ex-Cascadura) e Mark Mesquita (batera / ex-Theo e Os Irmãos da Bailarina). A maioria das letras é assinada por Artur, verdadeira usina de belas e soturnas canções. “Sabe aquela coisa das máscaras do teatro? Da alegria e da tristeza? Então, nas letras, sempre tem uma coisa muito terrível acontecendo, mas também sempre tem uma saída no final ou lá pelo meio, uma indicação de saída pelo menos”, observa em entrevista concedida ao videomaker Fernando Udo, tentando compreender a própria obra.

“De fato, o lidar com o tempo e a melancolia que isso gera são temas tema recorrentes em nossas músicas. Há uma densidade que é característica da banda. Essa pegada existencialista é a cara de Artur e minhas letras não são muito distantes disso”, reitera Marcos, idealizador da Theatro em 2004 e que também compõe, em entrevista ao jornal A Tarde. Já passaram pela Theatro o guitarrista Cézar Vieira (ex-Brincando de Deus), que substituiu Candido de 2006 a 2009, e o batera José Wilquens Dantas (membro fundador que deixou a banda em 2012).

A Theatro é reconhecida por sua sonoridade coesa e sofisticada, riqueza poética e por fazer rock autoral sem recorrer às influências de MPB e música regional. “Temos um certo radicalismo purista. Aqui não tem dendê. Somos uma banda de rock e acabou. Isso nos deixa orgulhosos”, ressalta Marcos. As principais influências da banda, sempre utilizadas de forma pessoal e contemporânea, são The Doors, Joy Division, Echo & the Bannymen, Smiths, Smashing Pumpkins, Small Faces, Leonard Cohen, Chet Baker, Paul Weller e, no caso específico de Artur, The Stills e, principalmente, Wilco.


As apresentações, sempre marcadas pela voz rasgada de Artur, emoção intensa e um certo clima noir, são raras e, normalmente, acontecem por meio de convites. A banda ficou entre as cinco finalistas da seletiva baiana para o festival Claro que é rock, realizada em 2005, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, onde dividiu o palco com banda inglesa Placebo. Também abriu um show de Marcelo Nova no Rock in Rio Café no mesmo ano, juntamente com a banda Koyotes (de Miguel Cordeiro, compositor da clássica `Simca Chambord´, do Camisa de Vênus) e participou de diversos festivais locais, a exemplo do Boom Bahia Festival e Festival BigBands. Apresentou-se ainda em eventos de rock no interior do estado, a exemplo de Bom Jesus da Lapa, Camaçari e Santo Antonio de Jesus.




Teatro de Seraphin
Gênero: Rock
Origem: Salvador - Ba


Line-up:


Artur Ribeiro (voz e guitarra base)
Marcos Rodrigues (baixo)
Candido Soto (guitarra solo)
Mark Mesquita (bateria)







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Letargia - Corruptivo (2011)





Letargia
Gênero: Nu Metal
Origem: Salvador\Ba
Álbum: Corruptivo
Ano: 2011

Tracklist:

01 - Intro
02 - Receio e Piedade
03 - Queima
04 - Vítimas da Corrupcao
05 - Corruptivo
06 - Refugio da Desgraça
07 - Ocultando a Verdade ou Contando Inverdades
08 - Na Sniper (Cai um de Cada Vez)
09 - Tragedia, Morte e Desespero
10 - Tragedia, Desespero e Morte (Impunidade)
11 - Redeas da Lei
12 - Fim do Mes
13 - Queima (Babilonia Dub)



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Festa da Terra do Divino 2014



Palco do Rock _ Festa da Terra do Divino _ 2014

Evento: Palco do Rock _ Festa da Terra do Divino _ 2014
Data: 31/05 e 01 de Junho de 2014
Hora: 20:00 hs

Bandas: 

(31/05/2014)
Coliforme fecal, DMZ, AssuntaOsKaos

(01/06/2014)
Bad Boy Boogie's
Covered in Blood
Rhizoma

Local: Inferninho (Ao lado do Colégio Isaías Alves)
Cidade: Poções \ Bahia
Ingresso: Gratuito


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Slow





Banda de Heavy Metal formada em Salvador no ano de 1992 pelo baixista Joel Moncorvo!


Biografia
Em junho de 1992, o baixista Joel Moncorvo procurava por músicos com determinação e musicalidade suficientes para iniciar um novo projeto. Apenas no começo de 1993 a busca do baixista chegaria ao fim, com o surgimento da primeira formação da SLOW com: Merlim Thy Vamp (Vocal), Jenner Randam (Guitarra), Joel Moncorvo - Bass/Backing Vocal, Ricardo Bacellar - Drumsum grupo que, prematuramente, conseguiu conquistar admiração e muito respeito por onde se apresentava.
O conjunto começou seguindo a linha heavy metal, como alicerce fundamental para seguir uma objetiva linha de composição. Em pouco tempo, seus componentes sentiram a necessidade de ultrapassar as barreiras impostas por este estilo e absorveram elementos do Fusion e do Rock Progressivo, sempre se preocupando com a mais exímia sonoridade, respeitando veementemente a coerência da estrutura musical adotada.

Suas letras são bem diversificadas, passeando por temas sociais e religiosos, mantendo a qualidade lírica num patamar condizente com a complexidade apresentada na parte instrumental.
A SLOW firmou participações nas coletâneas Bahia Rock Collection (1996) e Dois da Bahia (1997), apresentou-se em várias edições do Garage Rock, prestou concurso público para o Palco do Rock – festival de rock realizado paralelo ao famoso carnaval de Salvador – por quatro anos seguidos, obtendo 3 primeiros lugares e 1 segundo lugar nos concursos públicos realizados pela prefeitura municipal de Salvador. Ainda em 1997, lançou a sua primeira Demo-Tape, intitulada “Intro” que contou com as músicas: (Intro, Killer Mermaid, Blood Secret e Holy Knight)

Em 1998, a SLOW parou suas atividades, e em abril de 2004, retornou, abrindo uma nova página da sua história, permitindo, assim, dar continuidade à carreira.

Totalmente reformulada e contando com a presença de músicos experientes como Jorge King Cobra nos vocais, que já participou, na Inglaterra, das bandas B.T.M, The Answer e Metal Works e esta trabalhando com o seu projeto cover “King Cobra”, que lhe serve de escola e laboratório para aprimorar a sua técnica e expressividade vocal. Joel Moncorvo no contrabaixo, que, atualmente, realiza a pesquisa “O contrabaixo e a Criança Surda”, no Centro de atendimento ao surdo, em Salvador, está prestes a lançar o seu CD solo instrumental intitulado “Muito Além do Som”, além de ser o contrabaixista da banda Ungodly. Ricardo Primata na guitarra, que em 2004 lançou o CD Ritmia, seu projeto de rock progressivo. Em 2005, lançou seu disco instrumental intitulado “Visões” e está começando a pré-produção do seu novo CD solo instrumental que será lançado no próximo ano. Ricardo Bacellar na bateria, que se dedica ao instrumento desde 1984, passando por várias bandas e projetos.

Em meados de 2005, a SLOW teve a oportunidades de dividir o palco com Artistas como Jeff Scott Soto e Kiko Loureiro além de ter acompanhado com vocalista do Angra, Edu Falaschi, em seu workshow, realizado em Salvador.

O quarteto foi lançando no mercado seu álbum de estréia intitulado "Killer Mermaid", pela gravadora Maniac Records, que foi produzido por Jera Cravo e pela SLOW.



Slow
Heavy Metal
Salvador-Ba



Itegrantes:
Jorge King Cobra - Vocal
Ricardo Primata - Guitar
Joel Moncorvo - Bass/Backing Vocal
Ricardo Bacellar - Drums

Discografia
Bahia Rock Collection (1996) - Coletânea
Dois da Bahia (1997) - Coletânea
Intro (1997) - Demo
Killer Mermaid (2006) Cd




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Minus Blindness




Biografia:



Com quatro anos de existência, o trio baiano de metal Minus Blindness lança em 2010 seu segundo álbum, “Vile Veil”. A banda formada por Tassio Bacelar, vocal e guitarra, e Thiago Andrade, bateria, conta com novo baixista, Armando Eigo, uma injeção de garra para a promoção do novo trabalho. O disco tem produção de Jera Cravo (Automata, Cobalto, Malefactor) e arte de Sergio Franco Filho (Automata, Odd Humans), que já haviam trabalhado no disco de estréia da banda, “Choleric The Aversion”, de 2008, e é lançado no Brasil novamente pelo selo Torto Fono Gramas. Suas 14 faixas, gravadas no Estúdio 60, em Salvador, e mixadas no Na Cena Estúdios, em São Paulo, apresentam músicos ainda mais entrosados e voltados para a valorização de composição e arranjos. De “Do The Math”, música que abre o CD, a “Southern Engine”, última faixa, o Minus Blindness dá aula de agressividade e dinâmica, mesclando suas raízes no thrash oitentista às influências de death metal do começo dos anos noventa e a uma criação bastante original, fugindo do novo thrash mundial, que adiciona vocais melódicos a seus refrões e repete a fórmula à exaustão. O Minus Blindness trabalha apenas com vocais gritados, urrados, berrados; esta é parte de sua identidade. Novidades, no entanto, são a adição de pianos por Tassio, voltando ao seu instrumento de origem, e a participação do guitarrista Ricardo Primata em “Rising of A Red Sun”, primeira música instrumental do grupo. Se com o “Choleric The Aversion” a banda conseguiu críticas positivas, abrir show para o Sepultura e tocar bastante por Salvador e cidades do interior do estado, com o “Vile Veil” o grupo almeja muito mais. Lançando o novo disco em show abrindo para o Angra, o Minus Blindness embarcará em turnês pelo estado e por regiões onde ainda não tocou, visando fazer, num futuro muito próximo, shows fora do país.



Minus Blindness
Trash Metal
Origem:Salvador - Ba


Line-up:


Tassio Bacelar - vocals and guitars
Marcos Cupertino - guitars
Armando Eigo - bass
Thiago Andrade - drums












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Matiiilha



Matilha
Salvador-Ba

Line-up:

SAHO
MAHATMAN
ALPHA F.

Real Rap from Salvador, Bahia.

Criado em junho de 2011, o grupo de rap Matiiilha trás entre seus principais objetivos a condução de mensagens positivas pela disseminação da música através do veículo Rap. Originalmente composto por Maha e Alpha F. o grupo durante o processo de gravação do primeiro disco passou por alterações no seu elenco. Com o afastamento de Alpha F. no ano de 2013 houve o convite para que um antigo amigo e também rapper @sahomc fosse inserido como integrante. Saho que no momento já realizava um trabalho solo não viu barreiras para que a união se concretizasse. A Matiiilha fez uma pequena porém significante turnê no ano de 2013 divulgando seu som por pólos do rap soteropolitano como é o exemplo de São Caetano, Pelourinho, Cajazeiras, Itapuã, Comércio além de cidades da região metropolitana como Camaçarí, Simões Filho e Lauro de Freitas. Um ano depois, durante um importante festival do calendário Hip Hop do estado, a Semana Baiana de Hip Hop, Alpha F. volta a fazer parte do Matiiilha e o grupo retoma suas gravações. As letras possuem muita energia, realidade, conteúdo lírico, versatilidade de temas e influências que vão da embolada ao rock. Sempre com muita personalidade, humildade e objetividade a Matiiilha trabalha visando a melhor forma de atingir seu público e aumentar o número de fãs.





 Contato:







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Canto dos Malditos na Terra do Nunca - EP (2004)






Canto dos Malditos na Terra do Nunca
Gênero: Rock Alternativo\Grunge
Origem: Salvador\Ba



Álbum: EP
Ano: 2004



Integrantes:


Andréa Martins - vocal
Danilo - guitarra e vocal de apoio
Helinho - guitarra
David - baixo
Léo - bateria



Tracklist:


01 Como Seria
02 A Cor do Meu Sorriso
03 Qualquer Intenção
04 Disfarçar
05 E Antes que eu Esqueca de Mim



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Canto dos Malditos na Terra do Nunca








Banda de rock da Bahia.
Atualmente na turnê #OQueTeFazVoltar.

Biografia
Criada em 2003, a Canto dos Malditos permaneceu na ativa até 2007, período em que conquistou destaque no cenário nacional com seu homônimo disco de estreia, lançado pela Warner Music, gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, e produzido por Miranda, em parceria com Tomaz Magno. Em 2006, a CMTN foi indicada como banda revelação ao prêmio Video Music Brasil da MTV pelo clipe Olha Minha Cara, que figurou durante meses entre os mais pedidos da programação da emissora.


Além de ter tocado em importantes festivais brasileiros, como o Festival de Verão de Salvador, Claro que É Rock e Abril Pro Rock, e em alguns dos principais espaços do país – como o Credicard Hall, no Rio de Janeiro; Anhembi, em São Paulo; Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda; Concha Acústica e Parque de Exposições, em Salvador –, o grupo chegou a dividir palco com atrações internacionais como Placebo e Simple Plan, e ainda nomes como Ira! e Nando Reis, cujo DVD Luau MTV contou com a participação de Andréa. 


Em 2012, o CMTN se reuniu novamente, após quase cinco anos da sua dissolução. No repertório deste show nostálgico, estão todas as canções autorais lançadas no primeiro álbum e dois EPs. 


Já em março e abril de 2014, a turnê #OQueTeFazVoltar circulou no interior da Bahia, passando por oito cidades do estado, com apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA), através do Edital Setorial de Música, financiado pelo Fundo de Cultura.

Canto dos Malditos na Terra do Nunca
Rock Alternativo/Grunge
Salvador - Ba


Line-up:



Andréa Martins (voz)

Helinho Sampaio (guitarra)
Danilo Castor (guitarra)
David Castor (baixo)
Joca Alcântara (bateria)




DIscografia:


2003 - Canto dos Malditos na Terra do Nunca (EP)
2005 - Olha a Minha Cara (EP)
2006 - Canto dos Malditos na Terra do Nunca




Contato:

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